A questão das jóias (impropriamente chamadas) de D.Miguel
Imprensa Lucas, Lisboa, 1908, brochado, 106 pgs.
Exemplar cujas capas apresentam restauro amador
[Estas jóias ou bens chamam-lhes impropriamente de D.Miguel, quando de facto são da corôa, da fazenda pública, de corporações e até de particulares, e sómente estiveram em seu poder, durante o tempo da usurpação do Reino, como se vê no documento nº14]