O a fazer, faz-se
Antes que o cálculo nos disfarce digamos que não é bem assim o que foi assim mesmo & O a fazer deixe de fazer-se O que escrevi sobre esta modesta Meditação quotidiana deixe de publicar-se & Ninguém saiba o que um Poeta está ruminando sobre os pós-tempos do 25 de Abril & os verídicos & fantasiosos Acontecimentos que Os preencheram.
Com variadas Modalidades a-propósito – Pessoas, Coisas, Animais - & outras Considerações oportunas e proféticas Tudo disposto para Referência aos Momentos cronológicos & corrigido em Estilo poético pelo dito Rui Cinatti, Testemunha atenta, veneradora e obrigada, Cidadão Eleitor desta Cidade com Firma na Ilha de Timor Comparticipante em dois Movimentos & Autor de BORDA D’ÁGUA E CRAVO SINGULAR
Ed do Autor, Lisboa, 1974 (aliás Águeda, 1976), brochado, 39 pgs.
Bom exemplar