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BOTELHO, SEBASTIÃO XAVIER

Livros/Acervo/B/BOTELHO SX 1
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350,00 €

 

Memória estatística sobre os domínios portugueses na África Oriental

Typ. de José Baptista Morando, Lisboa, 1835 ilustrado com 6 belos mapas desdobráveis (Baía de Lourenço Marques; Porto de Inhambane; Antiga Casa de Bartholomeu dos Martyres; Quelimane; Porto de Moçambique, Conducia e Mocambo; Ilha e Cidade de Moçambique) , 400/4 pgs.
Belíssima encadernação meia francesa em couro

 

Segunda parte da Memória Estatística sobre os domínios portugueses na África Oriental, contendo a resposta à crítica feita à dita Memória e inserta na Revista de Edimburgo, Nº 130 de Janeiro de 1837

Typ. de A.J.C.da Cruz, Lisboa, 1837, 110 pgs.

 

Resumo para servir de introducção á Memória Estatistica sobre os Domínios Portugueses na Africa Oriental
Lisboa, Imprensa Nacional, 1834, 85 pgs.
Os dois títulos estão encadernados em um volume (meia francesa em couro).
 
[Sebastião Xavier Botelho, nasceu em Lisboa a 8 de maio de 1768 e faleceu em 21 de maio de 1840 também nesta cidade, alguns dias depois de completar 72 anos. Era Grande do Reino, bacharel formado em leis pela Universidade de Coimbra, Par do Reino, Comendador da Ordem de Cristo, da Ordem de S. Tiago da Espada, Juiz dos Direitos Reais da Casa de Bragança, Inspetor-Geral dos Transportes de Mar e Terra para o Exército, deputado fiscal da Junta dos Arsenais, Fábricas e Fundições do Brasil, Capitão General da ilha da Madeira.
Xavier Botelho, finalmente em 1825, viria a tomar posse como Governador e Capitão General em Moçambique, onde permaneceu até 1829. Acabaria por, um pouco mais tarde, mudar-se para a Europa, mantendo-se assim afastado das polémicas questões políticas existentes em Portugal naquela época. Foi então que se dedicou à escrita daquela que viria a ser a sua ‘Memória estatística sobre os domínios portugueses na África Oriental. Nesta “Memória estatística sobre os domínios portugueses na Africa Oriental”, em 400 páginas, o então Governador e Capitão Sebastião Xavier Botelho retrata com toda a minúcia a terra e a gente de Moçambique, do seu continente e também das suas ilhas. Alexandre Herculano, tempos mais tarde, escrevia um forte elogio a Xavier Botelho propósito desta ‘Memória Estatística’ em que afirmava: “É o mais bem escrito livro de prosa que há vinte anos se tem escrito em Portugal.”  (cfr. Filomena Rosa - Gabinete do Património Histórico da Caixa Geral de Depósitos)]
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